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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Missão está no coração de Deus e no seu?

Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim. Isaias 6.8 
Amados em Cristo a Paz do Senhor Jesus. A Obra Missionária é extremamente urgente, pois é através dela, que almas serão alcançadas pelo Poder da Palavra de Deus. Eis que os dias vem, a vinda de Jesus está próxima, e o que temos feito por MISSÕES? Jesus disse IDE e PREGAI O EVANGELHO...
o que temos feito pelas Almas que estão batendo no portão, a moça que vende pipoca em frente da tua igreja, a criança que dorme na rua, o moço drogado na calçada, você tem falado do Amor e da Salvação de Jesus para eles? 
Missão está no coração de Deus e no seu?

Vitória - Uma Vencedora!

Tudo posso naquele que me fortalece

TEXTO: Fp. 4.11-13

1 – “TUDO POSSO” TRAZ IMPLÍCITO UM GRANDE DESAFIO (v.13): O “tudo posso” existe por causa de um problema, pois se não tivermos problemas, não precisaremos da força, do milagre de Deus, da fé. Os problemas são apenas uma oportunidade para crescimento, uma ocasião para milagres.

2 – “TUDO POSSO” NOS TIRA DA TOCA DA MEDIOCRIDADE: Medíocre é deixar-se governar pela média. No entanto, os que desejam sair da mediocridade, temem qualquer expressão de seu ser que carregue o “carimbo” da maioria. Jesus ama o medíocre, mas odeia a mediocridade. Nos tornamos MILAGRE quando saímos da média. A média é o que qualquer um pode ser, porém o “tudo posso” nos coloca fora da média.

3 – “TUDO POSSO” NOS FALA DA GRAÇA DE DEUS: Para sermos qualificados para o “tudo posso”, precisamos primeiramente do “nada posso”, pois é nesse momento que nos levantamos em fé, porque confiamos em Sua graça.

4 – “TUDO POSSO” NOS FALA DE UMA OBRA ALÉM DA NOSSA FORÇA: Para que uma obra seja chamada de obra de Deus, ela tem de ser feita na força Dele. E somente precisamos da força Dele quando a obra que temos de fazer está além das nossas próprias forças.

5 – CARACTERÍSTICAS DAQUELES QUE TUDO PODEM:
1º - Ele é Fraco (II Co.12.9-10): A fraqueza que produz força, não é a fraqueza da carne, ou dos inconstantes, ou dos que caem constantemente no pecado, ou daquele que guarda mágoas, na verdade, os que assim procedem, possuem muita força em si mesmos e em seus conceitos humanos. Mas a fraqueza que precisamos ter, é a de reconhecer o quanto somos fracos e dependentes de Deus. Deus não usa força humana. A verdadeira obra de Deus é a que é feita na força Dele.

2º Ele é Pobre (Mt.5.3): Essa pobreza não é material, mas é a atitude de reconhecer que não possuímos nada de nós mesmos, sempre teremos duas posturas a escolher diante de Deus, a da humildade de um pobre ou a arrogância de um rico. Algumas características do pobre que devem fazer parte de nossa postura diante de Deus:
- o pobre é consciente de sua carência e necessidade;
- o pobre reconhece sua dependência dos outros;
- o pobre não deposita sua confiança em coisas, mas em pessoas;
- o pobre não tem um senso exagerado de importância própria;

3º Ele é Desprezado Pelo Mundo (I Co.1.26-29): Deus não usa aquele que se julga alguma coisa, Ele usa os que não são. Os valores do Reino dos céus são opostos aos valores desse mundo, aquilo que é desprezado pelo mundo, torna-se aceitável diante de Deus. O mundo valoriza os fortes, mas Deus valoriza os fracos. O mundo valoriza os famosos, bonitos e poderosos, mas Deus usa aqueles que são poderosos unicamente Nele e que são ilustres desconhecidos.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fernandinho - Ele vem

Voluntários ou Chamados ?

Nosso Senhor não veio à Terra nem foi crucificado porque se colocou como voluntário. Ele veio porque foi enviado por Deus. Tudo que fez foi fruto de obediência à vontade de Deus. Muitas vezes, Ele se referiu a si mesmo como enviado e outras tantas disse que nada fazia por Si mesmo, mas apenas cumpria a vontade do Pai. Há, hoje, porém, no meio da Igreja, um pensamento mundano sutilmente tomando lugar: a idéia de que a obra de Deus é feita com voluntários.
Há uma grande diferença entre servir ao Senhor e trabalhar para Ele. Trabalhar para Deus significa que “eu escolho” o que desejo fazer para o Senhor. Servir a Deus é diferente, significa que eu faço “o que Deus me mandou fazer”. Não importa se é o que gosto nem se é o que as pessoas precisam ou esperam de mim, eu faço porque fui comissionado, sou servo. Servos não escolhem trabalho, servos obedecem. Se aquilo que fazemos para Deus não é fruto de obediência, então é puramente uma obra humana que, por fim, será rejeitada por Deus.

Líderes chamados respondem ao chamado divino e não ao chamado das necessidades humanas. Eles não estão apenas comovidos pelas pessoas que se perdem, mas ouviram a voz do Espírito Santo. Todo trabalho espiritual deve começar com um chamado do Espírito. Toda obra divina deve ser divinamente iniciada.

Você é um líder chamado por Deus?

Deus usará basicamente cinco formas para testificar esse chamado na sua vida:

1. A voz do Espírito Santo

O verdadeiro líder de célula é aquele que ouviu a voz do Espírito Santo e a obedeceu. Líderes que sabem que foram chamados para estar à frente de uma célula não retrocedem por causa das dificuldades e resistências.

2. A revelação nas escrituras

Nunca despreze a leitura da Palavra de Deus, pois ela é um meio poderoso de se ouvir a Sua voz.

3. Uma pregação

Deus tem separado centenas de líderes por meio da palavra viva que é liberada nas reuniões da igreja.

4. A evidência das circunstâncias 

As circunstâncias não são o critério mais importante para se ouvir de Deus, mas elas são uma importante confirmação daquilo que o Espírito já falou conosco.

5. A confirmação dos irmãos 

De todas essas formas, porém, a voz do Espírito Santo falando no seu coração e lhe trazendo convicção é certamente a mais importante. Mas a Palavra de Deus nos ensina que precisamos ter a confirmação de nossos líderes, irmãos mais maduros e com mais experiência espiritual. Deus pode tê-lo chamado, mas talvez você ainda precise esperar até que seus líderes o separem.

Características da mentalidade de voluntário 

Há uma grande diferença entre alguém que faz algo porque foi comissionado, encarregado ou mandado por Deus, e aquele que resolve ser um voluntário.

1. O voluntário escolhe como servir

Com relação à obra de Deus, podemos errar por desobediência ou por presunção. Desobediência quando não fazemos o que Deus mandou; presunção quando fazemos o que Ele não mandou. Tanto a presunção quanto a desobediência são rejeitadas por Deus, pois constituem a arrogância humana tentando estabelecer o controle de Sua obra.

No Velho Testamento temos a história solene de Nadabe e Abiú que ofereceram fogo estranho na Casa de Deus. Eles eram voluntários. Perceberam que não havia fogo e resolveram dar uma ajudinha arrumando um fogo. Aquele que age como voluntário traz fogo estranho, pois traz algo que decidiu fazer e não aquilo que o Senhor ordenou. O resultado é sempre morte (Lv 10.1,2).

Veja que, do ponto de vista natural, não dá para perceber a diferença entre fogo e fogo. Mas há um que é fogo estranho. O mesmo ocorre com a liderança das células. As células são todas iguais, assim como o trabalho que se faz nelas; mas, se liderarmos por iniciativa nossa e não por obediência a uma ordem de Deus, oferecemos fogo estranho e o resultado é morte. O fogo verdadeiro vem da submissão à vontade de Deus, o fogo estranho é aquele que o voluntário oferece.

2. O voluntário escolhe quando servir 

O voluntário age segundo o seu próprio entendimento. Presume que a sua boa intenção seja a vontade Deus. Ele não faz por obediência a uma palavra de Deus, mas porque quer ajudar. Por detrás dessa atitude, há uma grande soberba. Quem disse que Deus precisa de ajuda? E quem disse que a pessoa está apta para ajudá-lO?

Uzá, um grande exemplo de voluntário

Puseram a arca de Deus num carro novo e a levaram da casa de Abinadabe; e Uzá e Aiô guiavam o carro. Davi e todo o Israel alegravam-se perante Deus, com todo o seu empenho; em cânticos, com harpas, com alaúdes, com tamborins, com címbalos e com trom¬betas. Quando chegaram à eira de Quidom, estendeu Uzá a mão à arca para a segurar, porque os bois tropeçaram. Então, a ira do SENHOR se acendeu contra Uzá e o feriu, por ter estendido a mão à arca; e morreu ali perante Deus. (1Cr 13.7-10)

Você não pensa que a disposição de Uzá de amparar a Arca para que ela não caísse é uma postura até louvável? Talvez devêssemos até agradecê-lo por esse ato voluntário, afinal o que ele fez não foi uma grande obra? Por que então, Deus se irou com ele? O motivo é que Deus quer pessoas que obedeçam às Suas ordens, mais do que O ajudem em Sua obra. Deus não precisa de ajudantes, Ele busca servos que O obedeçam.

3. O voluntário não depende de Deus, mas da força própria

A obra que é de Deus é aquela que está acima de nossas forças, porque somente essa obra exige fé e dependência do poder de Deus. Voluntários fazem só o que conseguem porque não dependem de fé, eles dependem da capacidade humana. Por isso, o que fazem é meramente natural. Líderes de célula assim nunca multiplicam a sua célula e, se eventualmente conseguem, a multiplicação não dura muito. A multiplicação é algo que está além de nossas forças e que, por isso mesmo, depende do poder de Deus pela fé.

4. O voluntário não aceita cobrança 


A expectativa do voluntário é de reconhecimento e gratidão pelo enorme sacrifício que ele supõe estar fazendo para ajudar. Eles sempre supervalorizam aquilo que estão fazendo contando tudo o que tiveram de deixar de fazer ou de desfrutar para ajudar naquele trabalho. Assim, nunca podemos esperar excelência de um voluntário, porque, do ponto de vista deles, já fazem além do necessário.

5. Voluntários não se dispõem ao sacrifício 

O voluntário não aceita ser confrontado ou corrigido. Não se pode exigir coisa alguma de um voluntário, mas temos sempre de esperar pela sua disposição. Se hoje ele quer trabalhar, tudo bem; mas, se amanhã ele amanhecer indisposto, ele não fará coisa alguma, “afinal”, pensa ele, “não é minha obrigação, sou apenas um voluntário”.

Toda obra divina será iniciada por Deus

A obra é de Deus, não nossa. Sendo assim, devemos nos ajoelhar e orar nos dispondo nas mãos dEle até que haja convicção de que fomos realmente separados para tal obra.
É muito bom ter o desejo de ajudar, perceber uma necessidade e se dispor a supri-la, mas a boa intenção não pode substituir a iniciativa divina. A principal qualificação para a obra de Deus é a convicção de que fomos chamados e que estamos aqui cumprindo ordens celestiais.

É impressionante a força e a autoridade que sentimos quando sabemos que estamos fazendo algo porque Deus nos mandou. Ter uma palavra de Deus é o verdadeiro poder em nossa obra. Um líder de célula com essa convicção será uma arma poderosa nas mãos de Deus. Poder dizer: “Eu estou aqui porque Deus me mandou” faz que as pessoas se calem para nos ouvir.

Evidentemente, isso também aumenta muito a nossa responsabilidade. Não há nada mais sério que desobedecer ou ignorar uma ordem ou chamado de Deus.